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Outlet Solidário AACD (Vamos às Compras? – Parte 2)

Mais uma dica SUPIMPA de boas compras com preços baixos e, ainda, responsabilidade social: hoje e amanhã tem outlet solidário da AACD, no Paço Alfândega. São mais de 40 marcas bacanas, com preços baixos, descontões maravilhosos e, ainda, uma boa causa, já que parte da renda vai para a Associação de Assistência à Criança Deficiente. O dinheiro é usado pela instituição para fazer novos investimentos na casa e capacitar seu corpo de profissionais e voluntários. Entre as marcas participantes estão Spük, Carmen Stephens, Bendita Seja e Ouro Preto, entre outras.  É das 10h às 21h.  Uma boa oportunidade para comprar os presentes do final de ano, hein. Vamos lá?

Vamos às compras?

Vamos às compras? Ok, ok, a gente vive dizendo que não vai comprar mais nada, que vai guardar  o rico dinheirinho, mas algumas oportunidades a gente não pode deixar passar, né? Uma dica bacana de lugar para comprar os looks e mimos para este final de ano é o evento Cabine Fashion.

Acontece amanhã e segunda-feira no Casa Rosada Recepções, no bairro o Rosarinho, e reunirá mais de 40 lojas. Roupas, acessórios e calçados são maioria entre os produtos, mas é possível achar outros mimos por lá, tudo com desconto de até 80%. Coca-Cola Clothing, Honey Pie, Mimo Calçolas e Carmen Stephens são algumas marcas que estarão lá. Os ingressos custam dois reais + 1 kg de alimento não perecível. Se quiser levar mais alimentos, pode, hein? Vão para a AACD, Abrigo Casa do Amor e Instituto Alberto de Moura. Bem, não fui às outras edições do Cabine Fashion, mas ficava danada comigo ao ouvir os comentários de boas compras, que ouvia depois. Então amanhã eu vou lá, garimpar coisas bacanas, claro.

Caveiras na decoração

Tá, quem me segue no instagram já viu essa imagem. Mas quem não me segue verá agora, pronto (:D). Achei simplesmente LINDAS essas caveiras que vi na loja Chá da Alice (loja lindíssima, no bairro do Pina, aqui no Recife, que tem objetos para casa, bijous e roupas), ontem.  Caneca, caderninho estilo moleskine, calculadora grandona e avental pra usar na cozinha, tudo com estampa de caveiras coloridas, como aquelas mexicanas do “dia de la muerte”.  Eu achei lindas! O que vocês acharam? Tem outros objetos com outros estilos de caveiras por lá, também muito lindos, tá?

Fenearte: já sei o que eu quero

Basta fazer uma ligeira busca aqui no blog e você vai logo confirmar: eu amo ir à Fenearte! Acho que todo mundo que realmente gosta de artesanato concorda que é um evento e tanto, estou certa? É pura arte! Este ano a Fenarte é em homenagem a Luiz Gonzaga, por causa do seu centenário.

Devo dizer também que até já decidi o que quero comprar: um leão de Nuca. Para quem não sabe: Nuca é o apelido de um artista plástico pernambucano, da cidade de Tracunhaém, local cuja arte feita no barro é a sua principal característica. O leão feito por ele tem uma característica marcante: a cara de cachorro. Só sei que botei na cabeça que quero comprar um, pequeno mesmo, e pronto. E eu quero o de juba “de bolinha”, cacheada.

Mas é claro que não é só isso que pretendo fazer na Fenearte: quero conferir estande por estande, ver peças de decoração e de uso pessoal, admirar o artesanato feito em todo o país, ver o salão de artes plásticas, conhecer as novidades que sempre têm nos estandes dos outros países (são 40!), comprar doces portugueses e doces sírios e, no final de tudo, ver um show e comer acarajé na praça de alimentação. Bem,  são cinco mil expositores em uma área de 20 mil metros quadrados. Dá pra passar um bom tempo por lá e eu recomendo o passeio. A Fenearte abre as suas portas já, já, às 14h e funciona no Centro de Convenções de Pernambuco. Depois farei um post mostrando do que mais gostei de ver por lá.

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Compra da semana: sandálias “Xô, boi” coloridas

Sandália “Xô, boi” é sandália de vaqueiro. Ou melhor, é “alpercata” (variação de “alpargarta”, creio…mas significa sandália mesmo) de vaqueiro.  Extremamente rústicas, mas confortáveis, de couro puro,  os vaqueiros usavam (não sei como é hoje com os que ainda exercem a profissão) no meio da caatinga e do semiárido nordestino, pra manter os pés protegidos enquanto tangiam o gado (daí o “xô, boi!”) pra manter as reses juntinha e levá-las para onde devem levar. Dizem que eram sandálias assim que Lampião usava no dia da sua morte. Enfim, acho que entenderam: sandálias em couro, fortes, duráveis, que servem pra aguentar um tranco bem pesado no dia a dia. Até pouco tempo você só as encontrava em couro cru ou na cor do pêlo dos animais: preto, marro, caramelo e branco. No máximo, pintadas de branco ou preto.

Não é que agora fazem “xô, boi” bem coloridas? Vermelho, verde, vinho, azul…eu não poderia deixar de garantir as minhas, né? Comprei (25 reais) no final de semana, na Feira de Artesanato de Caruaru (depois posto as fotos do meu São João por lá, na “capital do forró”). Já usei ontem mesmo! Digo logo que não estranharia nada se essas sandálias se tornassem moda logo, logo para alguns públicos. Do jeito que dizem que Lampião era chegado numa vaidade e num modismo, era bem possível que ele aprovasse essa novidade colorida.