17 nov 2009

Boemia e Solidariedade

Por Claudia Giane às 4:40 pm

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Quem já viu, querer combinar boemia e solidariedade? Será que isso é possível? O evento que acontece na noite da próxima quinta-feira, no Recife: a Boemia Solidária da AACD. O evento, que acontece na casa de festas Arcádia, do Paço Alfândega, vai ter boa comida, bebida e muita música, como convém aos que curtem a noite. A principal atração da noite é a cantora Waleska, que cantará sucessos próprios e da saudosa Maysa. As bandas Pau Pereira e Cordas da Noite também estarão se apresentando. A renda será revertida para a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD/Pernambuco). E o ingresso está em um preço bem bacana: apenas 50 reais. Nunca foi tão fácil praticar a solidariedade, não é mesmo?

Serviço

Boemia Solidária 2009 | Maysa vive na voz de Waleska

Arcádia | Paço Alfândega

19 de novembro | 19h

Valor: R$ 50

Vendas: 3419.4000.

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17 nov 2009

Casa Cor 2009: Edição Recife é em Armazém do Porto

Por Claudia Giane às 8:27 am

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Foi inaugurada ontem à noite a edição 2009 da Casa Cor em Recife, edição pernambucana do mais famoso evento de decoração do país. Este ano a mostra foi instalada em lugar inusitado: o Armazém 11 do Porto do Recife. O resultado é surpreendentemente belo, afinal, a paisagem que se vê da “casa” é fantástia, um belo complemento para o que se tem ali. O espaço, de 3600m² foi dividido em 33 ambientes.

O grande homenageado é o arquiteto e paisagista Burle Marx e a temática é da preservação, reaproveitamento e reciclagem. Por isso é comum vermos materiais de demolição, reciclados ou elaborados a partir de matéria-prima reaproveitada em vários lugares, de uma forma muito bacana. O interessante é que algumas ideias ali podem ser facilmente copiadas por quem visita a casa (e o objetivo é exatamente este), como a árvore de juta com velcro e passarinhos de tecido na Brinquedoteca.

Grande parte dos ambientes foi estruturada como lofts ou studios, aproveitando o pé direito altíssimo característico do antigo armazém para fazerem mezaninos, como extensão das “casas”. O que se tem, portanto, são ambientes completos por arquitetos. O interessante é que a grande maioria é em homenagem a personalidades pernambucanas, como o cantor e compositor Lenine, a galerista Mariana Moura e, claro, o governador Eduardo Campos (todos, evidentemente, com decoração afinada com a personalidade do homenageado).

Destaque também para a parte externa da casa, com o deque voltado para o oceano, com vista para o Parque das Esculturas de Francisco Brennand. Lembro que na primeira entrevista coletiva foi dito que a intenção é que depois o Armazém 11 se torne algo parecido com o Puerto Madero, na Argentina. A Casa Cor mostra que há esse potencial e espero que a promessa seja, de fato, cumprida.

A edição pernambucana da Casa Cor segue até o dia 20 de dezembro, funciona das terças-feiras aos sábados (15h-21h) e a entrada custa 25 reais. Para mais informações, telefone para (81)3325-6328.

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